No silêncio das noites da minha infância,
imaginava algumas esquisitices.
O mundo sem ninguém,
o universo vazio, o nada absoluto,
ou que minha mãe morreria de repente.
Então, chorava bem baixinho para não acordar
os monstros que dormiam no armário e
debaixo da minha cama.
Não me dava conta que os monstros
moravam dentro de mim.
sábado, 15 de fevereiro de 2014
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Não escalei montanhas, nem beirei precipícios. me guardei de mim.
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Aceitando que nada precisa ser dobrado perfeitamente. Há graça e certa paz na desarmonia. Aprendizados involuntários. ...
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Corre, corre, aperte o passo, vem pro sol, aprecie o azul de inverno, o caminho, enquanto pode vir e ir.
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Quando anoiteceu e tudo ficou triste, me dei conta que eu tinha perdido a melhor parte de mim. |vera bella
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